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XXXIV: Mais belo de se saber

Exotic card
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Versículo 4:4 – Mais belo de se saber

Às vezes me pergunto se sou niilista.

Eu não faço muito mais além de quebrar coisas. É isso o que eles dizem sobre mim: "Poderíamos ter tido uma grande civilização, se não fosse por aquele maldito Oryx, aquela maldita Colmeia. Eles não acreditam em nada além da morte."

A única maneira de criar algo bom é criar algo que não possa ser quebrado, e a única maneira de fazer isso é tentando quebrar tudo.

Eu estou contente de ter aprendido que o universo é movido a morte. É mais belo de se saber.

No entanto, estou perdido em algum lugar estranho.

Acho que a Savathûn e a Xivu Arath estão tentando roubar as tábulas de mim. Elas devem ter cortado o meu tributo enquanto eu estava comungando com a Profundeza. Eu as amo com tanto carinho. Ninguém mais é tão inteligente ou forte o bastante para tentar me quebrar. Ninguém mais pode me dar este presente.

Um dia, há muito tempo, eu matei a Xivu Arath na lua bélica dela, e ela explodiu a lua inteira para me matar junto com ela. Ela estava rindo de alegria. Eu também ri. Uma lua inteira! Uma lua inteira. Foi um desperdício de uma lua, mas me ensinou a evitar explodir mundos, pois eles eram necessários na luta contra a Ecúmena.

Eu amo a poderosa Xivu mais do que uma lua ama a maré. Eu vou matá-la por isso. De novo e de novo, para todo o sempre.

Quando eu chegar em casa dos meus passeios na Profundeza e reassumir o meu trono, eu vou ter filhos. É disso que eu preciso.

Filhos e filhas para amar e matar.