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XXXVIII: A partição da morte

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Versículo 4:8 – A partição da morte

Certo dia, Oryx decidiu crescer asas novas. Enquanto brigava com seu verme, ele encontrou suas filhas gêmeas morrendo em uma ferida entre lugares.

— O que vocês estão fazendo, minhas filhas? — ele perguntou. Ele temia que Ir Halak e Ir Anûk estivessem tentando ir até a Profundeza, aonde apenas as Tábulas da Ruína permitiam que Oryx fosse.

— Estamos morrendo, pai — elas disseram. — Quantas vezes pudermos.

— Isso é adoravelmente precoce — Oryx sacudiu suas novas asas. — Mas por quê?

— Nós propomos um método através do qual almas Ascendentes podem ser separadas e integradas a uma tanatosfera tautológica e autônoma, a qual tentativamente chamamos de alma suprema. Almas supremas podem ser classificadas em um mundo-trono como um mecanismo aprimorado de resiliência à morte. Como efeito colateral, novos refinamentos da nossa canção da morte poderão ser alcançados, nos deixando mais próximos de um impulso mortal paracausal eficiente.

Oryx brandiu sua espada e disse:

— Falem na língua real, ou irei pendurá-las para Eir comer vocês.

— Se pudermos separar nossas mortes de nós mesmas e escondê-las, será difícil sermos mortas.

Oryx foi até seu filho, Crota.

— Vá ficar de olho nas suas irmãs — ele disse —, você pode aprender astúcia com elas.

No entanto, enquanto Oryx viajava para observar a Profundeza destruir um antigo mundo-fortaleza, Crota conspirava com suas irmãs para aprender os segredos delas.

— Eu também irei experimentar com uma ferida — ele disse.

Com sua espada, Crota abriu uma nova ferida para um novo espaço. Nesse lugar, ele acreditava que pudesse obter um poder secreto.

Dessa ferida, saíram máquinas chamadas Vex. Elas invadiram o mundo-trono de Oryx.