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XLVIII: aiá, aiá, aiá, aiá, aiá

Exotic card
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Versículo 5:6 – aiá, aiá, aiá, aiá, aiá

Está tudo bem. Aiá: o que está em guerra, está saudável; o que está em paz, está doente.

Meu filho, Crota, me nutre com tributos muito ricos. Minhas linhagens são fortes, meu verme está grande e saciado, e com essa estabilidade eu posso passar meu tempo estudando e me comunicando com a Profundeza. Conforme eu aprendo mais segredos, meu poder cresce; conforme meu poder cresce, eu o uso para aprender mais segredos. Aiá: que continue assim, pois é preciso.

Eu me pergunto se minhas irmãs também possuem seus próprios segredos. Se meu poder excede o delas, pode ser que eu as mate permanentemente e integre os tronos delas. Mas eu acho que elas possuem forças que escondem de mim, desenvolvidas em tempos de separação. Aiá: o único relacionamento significativo é a tentativa de destruição.

Savathûn questiona se eu sou tanto um escravo da Profundeza quanto meus Possuídos. Ela pergunta que preço eu pago pelo meu poder. Eu não sou Possuído. A Colmeia não é a Profundeza. A Profundeza não quer que tudo seja igual: ela quer vida, vida forte, vida que vive livre sem a necessidade de um habitat de jogos para insulá-la da realidade. Quando eu produzo meus possuídos, eu os torno mais próximos da perfeição. Eu curo suas feridas e aprimoro suas forças. Isso é inerentemente bom. Aiá: a única coisa certa é a existência, a única errada é a inexistência.

Eu sou Oryx, o Primeiro Navegador, o Rei dos Possuídos. Aiá: que eu seja o que sou, pois ser qualquer outra coisa seria fatal.