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IV: Esporte Sangrento

ENQUANTO ABAIXO... Zulmak sabe que estão vindo até ele. Zulmak está pronto. A lâmina parece leve no punho — uma extensão da vontade dele. O cutelo rasga sem esforço, retalhando e atravessando o osso frágil de algum tolo com planos ambiciosos demais — um Acólito cuja carne e cuja medula se parte num corte limpo, a poeira de seu ser numa nuvem de cinza espesso conforme o corpo se estilhaça e tomba. No instante seguinte, mais lâminas se aproximam. Zulmak recebe os cortes, mas jamais vacila. Ele interrompe a arremetida de um Cavaleiro, pegando-o pelo pescoço, inserindo a lâmina na garganta até atravessar o ombro. O verde dos olhos do combatente fraqueja e desaparece — seu corpo já não é mais um receptáculo. Zulmak aperta o pescoço da carcaça morta e o brande ao alto, erguendo-a como um escudo para aparar outro golpe. Seu aperto se fortalece ainda mais, e o cadáver do Cavaleiro chega ao chão — mas ele ainda segura a espinha, a cabeça outrora viva agora uma arma. Osso se choca com osso quando o porrete necrótico de Zulmak colide com o crânio de um agressor. Duas cabeças se partem. Outro inimigo vai ao chão. Uma lâmina perfura as costas de Zulmak, errando a espinha e atingindo as costelas. ENQUANTO ACIMA... Hashladûn está decepcionada. Ela já se cansou daquela fachada de massacre. Nenhum deles é digno da lógica da espada. Zulmak pode impressionar, mas ele não é nenhum Crota. Nenhum Oryx. E ele tombará. Besurith sussurra. E as irmãs viram as costas para ir embora. A congregação no alto as acompanha, seus templos carmesim esvaziados, não deixando ninguém para testemunhar a decepção garantida no Fosso abaixo.